terça-feira, 7 de setembro de 2010

FRAGILIDADE

Coração que pula
Coração que chora
Coração que adoece
E em poucos instantes
Ressurgi vibrante, inquieto
Compartilhando afeto

Coração que endurece
Coração que entristece
Se padece
A difícil indecisão
Toma parte da razão
E reage sem visão

Tudo escurece
Tudo envaidece
Sensível coração
Que não tem mais a noção
De ligá-lo a realidade

Sem noção ignorante
o coração que despreza
Insensível em seu agir

Volte do mundo de gente grande
e desperte a criança
Que um dia disse a verdade
sem entender o porque
mas que não pensou no futuro distante
se preocupando em crescer

Frágil vida que um dia
Soube dar real valor
A um sentimento tão puro
que hoje chamam de amor.


Por T.

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